segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Resumo do futebol do Vasco da Gama (julho e agosto de 2011)

37.  06/jul/2011 1x2 Corinthians (SP) Campeonato Brasileiro (1x2;0x0)
38.  09/jul/2011 2x0 Internacional (RS) Campeonato Brasileiro (1x0;1x0)
39.  16/jul/2011 2x1 Atlético Paranaense (PR) Campeonato Brasileiro (1x1;1x0)
40.  24/jul/2011 2x1 Atlético (MG) Campeonato Brasileiro (1x1; 0x1)
41.  28/jul/2011 1x1 Bahia (BA) Campeonato Brasileiro (0x1;1x0)
42.  31/jul/2011 2x0 São Paulo (SP) Campeonato Brasileiro (0x0; 2x0)

Depois da segunda derrota consecutiva no Brasileiro para uma equipe de ponta, nesta última com atuação digna, o Vasco aciona a engrenagem do Trem Bala e apresenta resultados de quem está interessado de verdade em não ser um mero participante do campeonato. Destaca-se, porém, a costumeira inconstância do time inclusive dentro dos próprios jogos. Em nenhuma das partidas o time teve o mesmo resultado nos dois tempos, com exceção da pugna contra o Inter.

43.   04/ago/2011 2x0 Santos (SP) Campeonato Brasileiro (2x0;0x0)
44.  07/ago/2011 0x4 Botafogo (RJ) Campeonato Brasileiro (0x3;0x1)
45.  11/ago/2011  2x0 Palmeiras (RJ) Copa Sul-americana (1x0;1x0)
46.   14/ago/2011  1x0 Palmeiras (RJ) Campeonato Brasileiro (0x0;1x0)
47.   17/ago/2011  2x0 Avaí (SC) Campeonato Brasileiro (1x0;1x0)
48.   21/ago/2011  1x1 Fluminense (RJ) Campeonato Brasileiro (1x0;0x1)
49.   25/ago/2011  1x3 Palmeiras (SP) Copa Sul-americana (0x1;1x2)
50.   28/ago/2011  0x0 Flamengo (RJ) Campeonato Brasileiro (0x0;0x0)
51.   31/ago/2011  3x1 Ceará (RJ) Campeonato Brasileiro (0x0;3x1)

Após a boa exibição contra a equipe campeã da Libertadores (mas que vinha mal das pernas no Brasileiro, demonstrando total desinteresse), o time resolve achar que é a melhor equipe do mundo, entrando em campo contra o rival alvinegro de modo descompromissado e irresponsável. Uma lástima de atuação que deixou a torcida completamente estarrecida e decepcionada.

A reação vem com o time reserva (na Sul-americana) e, logo após, com outra vitória sobre os periquitos pelo Brasileiro, seguida de outra fora de casa contra o Avaí. Nada de fogos de artifício, porém. Não foram atuações tão convincentes assim.

Depois do empate em mau jogo contra o Tricolor das Laranjeiras, o time obtém a vaga na competição internacional com sua equipe mista mesmo derrotada, e, em sequência, acaba fazendo uma bela partida contra a mulambada que se apequenou naquela tarde diante de nosso time.

Em tarde de drama no Engenhão - o incrível mau súbito de RG durante a partida -, estivemos bem mais perto da vitória do que eles (e isso sem contar o pênalti não assinalado a nosso favor no finzinho do duelo).

O mês termina com um bom desempenho diante do organizado Ceará. Houve vacilos, mas as reações foram imediatas. O placar clássico de 3x1 (repetindo o do turno) registrou um belo começo de returno.

Rumo ao Penta nacional e à primeira Copa Sul-americana!!!


Vamos às notas da bizarra atuação em Sete Lagoas (América-MG, 4; Vasco, 1)

Prass: algumas munhecadas na bola meio toscas (já até acostumei), uma lavadeira e poucas defesas. (5)

Fágner: atuação esdrúxula. Desatento, sumido, bisonho. Deveria ter pedido pra sair. Comoveria pela sinceridade e poder de autoavaliação. (2 - um ponto porque não agrediu ninguém; outro porque não xingou ninguém)

Victor Ramos: começou meio lerdo, mas foi se acertando. Errou poucos passes, saiu com bola no sufoco, acabou prejudicado pelo conjunto ruim, pela má atuação coletiva do time defensivamente. Mas até surpreendeu depois das partidas bem tristes anteriores. (5)

Renato Silva: também não teve má atuação individual. O time é que não ajudou. (5)

Márcio Careca: depois da boa partida contra o Ceará no meio de semana (atuação que foi reconhecida pelos torcedores, fato que inclusive o emocionou), o experiente lateral não reeditou seu jogo. Mal nos passes, cruzamentos, pouca efetividade na defesa... ruim. (3,5)

Romulo: lento, desatento, sem tesão. (4)

Eduardo Costa: pouca coisa melhor do que o seu companheiro de posição. (4,5)

Juninho: seu sucesso se limitou às cobranças de falta (inclusive fez um gol assim). No tempo inicial, ainda pode fazer boas jogadas pela direita. No segundo tempo, nada o ajudou. Sua substituição era esperada pelo calor que fazia e pelo desgaste apresentado, já que pelo menos procurou jogo. (5)

Fellipe Bastos: entrou em uma furada. O time estava mal, sem ânimo... não seria ele a mudar o panorama, né?... Ainda tentou alguns chutes mas esteve infeliz. (5)

Diego Souza: não era dia de correr, de suar. Meio apático, apareceu em lances isolados, mas foi desaparecendo na medida que o tempo passava. Saiu para dar vaga a Bernardo. (4)

Bernardo: pouco fez. Nem chute, nem passe... afunilou muito... foi arame liso... (4)

Eder Luis: esboçou fazer uma boa partida na primeira etapa. Mas foi apenas mediano. Não é muito perspicaz (não queria escrever isso, mas é meio burro...). Cansou menos dessa vez, mas nada produziu na metade final do período derradeiro. Quando resolveu arriscar de fora, o placar já era vergonhoso. E acertou um bom chute de longe (na trave) que não acertava desde o dia da conquista da Copa do Brasil. (4,5)

Élton: sem a sorte que quase sempre o acompanha, é tão insosso quanto o titular (?) Alecsandro. Não conseguiu dar um chute ao gol. Ficou no quase em um cruzamento. Saiu para a entrada de Leandro. (4)

Leandro: "(...) perdido, sozinho, andando de bar em bar, procurando não achar."... a música de Lulu se encaixa com perfeição à sua atuação. Correu só. Se perdeu só. Nada de aproveitável... talvez não só por culpa dele... (3)







Uma derrota estapafúrdia

Há derrotas em que abraço o time como se eu estivesse entrado em campo junto com os atletas.

Mas a de ontem à tarde, em horário nobre dominical, foi daquelas em que gritaria facilmente "1-2-3, 4-5-mil; tira a camisa e vai pra PQP!!!"...

Deus me livre! Que atuação vergonhosa, desanimadora... brochante!

E pelas circunstâncias - poderíamos ter assumido a liderança - foi ainda pior...

Um embate contra o lanterna - tudo bem que trata-se de um brioso lanterna, que não tem pisado feio na bola quando atua em casa - MAS ERA PRA TER CONSIDERADO ISSO TUDO ANTES DE ENTRAR NO GRAMADO!!!!!

Consequência: entramos meia bomba... lentos... cheios de soberba (JÁ NÃO TINHA ACONTECIDO ISSO CONTRA O BOTAFOGO?!)... achando que a galinha seria colocada na panela tão logo assim se quisesse.

E o tempo foi passando... tudo no ritmo seco e quente de Sete Lagoas... Diego Souza recebe um estirão, mas o bom chute de canhota só tira tinta...

Fágner dorme no ponto e André Dias abre o placar.

O Vasco acorda: corre um pouco e empata de bola parada, graças à boa forma de Juninho nas cobranças.

Prass bate roupa e Renato Silva salva.

Elton não alcança cruzamento de Eder Luis.

Fágner, "inspirado", comete uma débil penalidade máxima. América mineiro novamente na frente no fim da primeira etapa.

Mudanças no intervalo? Que isso, nosso interino achou que bastava um puxão de orelha...

Reagiu o time? Não. Piorou.

E não era só falta de criatividade (isso acontece e se respeita de vez em quando), mas HOUVE FALTA DE VONTADE, DE GANA, DE DISPOSIÇÃO!!!

Somente depois que o placar virou goleada, o time resolveu mostrar que tinha sangue nas veias.

Como a goleada se consumou

O Vasco batia cabeça na parede americana. Nada que pudesse ser dito como "Nossa, como o Gigante forçou pra empatar!"... nada disso... muito pouca inspiração, pouca movimentação... um time acomodado, sem confiança na reação.

Bastou a soma de um contragolpe mais bem feito com uma defesa desarrumada que a vaca foi definitivamente pro brejo...

Com 3x1 no marcador e com o Timão perdendo - não é possível que não tenham avisado os atletas disso -, o torcedor esperava um mínimo de motivação pelo menos.

MAS NÃO ACONTECEU NADICA DE NADA!

Uma lástima!

O "novo Alcir" tentou mudar, mas até nisso errou. Elton mesmo mal, era quem ocupava espaço na área. Mas Leandro (nem tão "guerreiro" assim...) iria fazer o quê?

Bernardo tb foi outro que pouco fez. Inclusive pouca cena. E pouco suor.

Junte-se a isso um Fellipe Bastos descalibrado, o caminho ficou aberto pra nos deixar em posição indesejável... de quatrilho...

E como na partida contra o Alvinegro, minha sensação de que iríamos levar o quarto tento era mais do que clara: André Dias acerta um lindo chute, sem chance de defesa.

Amaral de falta ainda carimbou o poste. Detalhe: os dois últimos citados foram questionados atletas nossos.

O placar final acabou sendo um verdadeiro alívio a quem adora estatísticas e detesta ver o Almirante levar essas lavadas que vem tomando neste ano tão esquisito em nosso futebol...

Ficou barato... (o rombo poderia ter sido bem maior...) 

DEZ COISAS QUE O TORCEDOR VASCAÍNO NÃO QUER NOS PRÓXIMOS TRÊS ANOS

1- REBAIXAMENTO À SÉRIE B DEPOIS DE ASSUMIR UM TIME SEMIFINALISTA DA COPA DO BRASIL QUE ESTAVA NA 8ª POSIÇÃO DA TABELA NO BRASILEIRO, DEPOIS DE 8 RODADAS;
 
2- PERDER PONTOS NO TAPETÃO POR INCOMPETÊNCIA DO CORPO JURÍDICO E POR INEXPERIÊNCIA ADMINISTRATIVA;
 
3- MESMO COM O MARACANÃ FECHADO, CONTINUAR MANDANDO CLÁSSICOS SOB NOSSO MANDO FORA DE SÃO JANUÁRIO;
 
4- INCHAR O ELENCO COM ATLETAS DESCARTÁVEIS, EMPRESTÁ-LOS E CONTINUAR PAGANDO PARTE (OU O TOTAL) DO SALÁRIO DELES;
 
5- OUVIR SEU PRESIDENTE FALAR PUBLICAMENTE BOBAGENS (ISSO PARA SER DELICADO) ACERCA DA HISTÓRIA DO CLUBE;
 
6- OUVIR SEU PRESIDENTE DIZER QUE UMA CONQUISTA DA MULAMBADA É ALGO POSITIVO PARA O FUTEBOL DO RIO DE JANEIRO;
 
7- INICIAR A TEMPORADA COM 4 DERROTAS SEGUIDAS, 3 DELAS PARA "TIMES DE MENOR INVESTIMENTO";
 
8- VENCER 1 JOGO EM 10 DISPUTADOS CONTRA A MULAMBADA (4 EMPATES E 5 DERROTAS);
 
9- INSISTIR QUE O PLANO DE SÓCIO 'VASCO É MEU' ESTÁ SENDO UM SUCESSO RETUMBANTE NESSE PRIMEIRO MANDATO DO DINAMITE;
 
10- CONTINUAR AFIRMANDO QUE O PASSADO RECENTE FOI O PIOR DA HISTÓRIA DO VASCO SEM LEVAR A PÚBLICO A TOTALIDADE DAS QUESTÕES ENVOLVIDAS QUE LEVARAM O CLUBE A VIVER ESSE MOMENTO CONTURBADO QUE VIVEU DE 2001 ATÉ 2008 (E AINDA VIVE...);

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Em tarde dramática, Vasco, mesmo roubado mais uma vez, deixa urubus calados

Foi uma atuação segura e madura.

Talvez com uma dose a mais de ansiedade que nos impediu de vencer o marrento rival. (E digo isso sem me reportar ao pênalti não assinalado nos segundos finais que seria a chance máxima de transportar nossa superioridade em campo para o placar.)

Fomos valentes.

Inteligentes e organizados.

Nossos erros eram previsíveis: alguns arremates imprecisos, certa indecisão na zaga e queda de rendimento físico de alguns titulares.

Entramos sem Anderson Martins (negociado para o Catar). Julinho sentiu e o técnico optou pela defensivo Jumar, deixando Marcio Careca no banco. Conclusão: atuamos com um lado esquerdo incomum.

A preocupação era com o tal do R10, o dito cara decisivo, o atleta mais badalado da atualidade no país.

Mas Ronaldinho Gaúcho fez uma partida comum. Deu um bom passe logo no começo para Léo Moura, se mexeu bem, mas a marcação foi acirrada todo o tempo e a atenção foi total do início ao fim.

Faltas? Nenhuma que assustasse. Conclusão com bola rolando? Traço no scout.

Arrancadas, dribles desconcertantes, liderança? Nada disso.

Enquanto isso, de nossa parte, Juninho deixou a torcida adversária apreensiva em diversos momentos. Só de falta, uma que passou perto e outra que carimbou a trave.

Escanteios precisos em três ocasiões foram parar em cucas vascaínas e Felipe teve de salvar. E em uma investida na área pouco antes de sair, ele conclui mas é travado.

Analisando os dois conjuntos, fomos melhores em todos os setores. Apenas nosso goleiro quase não foi testado.

Fágner - apesar do cartão levado na etapa inicial - foi um cão de guarda atento.

Falar de Dedé é perda de tempo: jogou com a máxima seriedade e foi soberbo.

O que dizer de Renato Silva que começou inseguro, mas que soube reverter esse quadro, perfazendo um restante de jogo bem razoável?

Jumar - que também ganhou cartão na mesma fase - foi muito bem (mesmo com duas bobeadas).

Romulo cometeu seus pecados nos passes, mas foi um marcador implacável.

Eduardo Costa talvez tenha sido o pior de todos, mas nem por isso foi ruim.

Juninho foi brilhante nas bolas paradas e sereno na armação. Em um jogo brigado no meio, soube manter a calma e cadenciar bem as jogadas. Mas cansou como sempre, o que não chega a ser surpresa.

O substituto do Reizinho foi Leandro que só por ter sido colocado no meio já prova que se apresenta em melhores condições atléticas e mais preparado para uma partida de tamanha importância. Correu, procurou armar e atacar. Mas não chegou a se destacar.

E Diego Souza? Esse cara é uma incógnita. Mensurar sua atuação é trabalho quase impossível, pois consegue oscilar a cada jogada.

Por diversas vezes dominou a bola com maestria de costas pro gol, dando prosseguimento no momento certo à jogada. Porém em outras oportunidades, com a bola dominada de frente pro gol, em uma delas cometeu falta boba e na outra demorou a decidir o que fazer com a bola, se chutar ou passar.

Mas sua tranquilidade em um duelo nervoso como o de domingo foi digna de elogio. E jamais fugiu da responsabilidade enquanto teve pulmão.

Após pequena indecisão do auxiliar Cristovão - que àquela altura já comandava o time à beira do campo - entre colocar Allan ou Bernardo, este último foi o escolhido. E fez bem seu papel sendo o protagonista da jogada que poderia mudar a história do confronto em seu derradeiro instante: após receber passe longo na área, ele ginga sobre Léo Moura que lhe dá um rapa, uma estupenda rasteira. Pênalti claro não assinalado.

Éder Luís parece estar voltando à forma - o que é muito bom. Não brilhou, mas cumpriu bem sua missão de sempre incomodar o adversário sem desperdiçar ataques.

Alecsandro fez um belo jogo, abrindo espaços, aparecendo na área em alguns momentos, arrematando e brigando na marcação. Mas cansou e teve de sair.

Elton deu continuidade à atuação do titular: buscou jogo, chutou a gol (a seu estilo) e brigou muito.

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"Há coisas que só acontecem ao Botafogo, ao Vasco e a mim..."

É pessoal... Ricardo Gomes acabou passando mal durante o jogo. Mal não. Muito mal. Jamais isso havia acontecido em uma partida de futebol do Vasco, daí eu lembrar da frase popular (sem autor) que ouvi da boca de Luiz Mendes que disse ser uma frase comum lá nos idos do fim dos anos 30 e início dos 40.

Na atualidade, dizem apenas a frase "têm coisas que só acontecem ao Botafogo...", mas naquela época, cotidianamente, os indivíduos que se diziam azarados a utilizavam da forma como registrei acima, pois após o título carioca de 36, o Almirante (assim como o Glorioso) viveu um momento de seca (e de azar) no futebol carioca.

Desse modo, os indivíduos desprovidos de sorte no dia-a-dia realizavam essa referência aos dois clubes "azarados" para contar os dissabores que os acometiam.

Foi graças ao Expresso da Vitória que o Vasco se livrou desse estigma.

Mas o acontecimento da partida de ontem me fez recordar o velho dito, principalmente, porque fui  testemunha in loco daqueles momentos de preocupação que mexeram de forma tão intensa no emocional dos atletas e dos torcedores cruzmaltinos que estavam presentes no Engenhão.

Enquanto isso, do outro lado, os mulambos tentavam tirar vantagem daquela situação para reverter o quadro de inferioridade que o Vasco havia imposto a eles.

Lastimável.

Pior que isso, só a penalidade máxima ignorada pelo árbitro.



Mesmo ficando apenas no empate com o Flu, Vasco se aproxima do topo

O placar foi até bom pela pressão sofrida durante quase todo o tempo final.

Mais uma vez não jogamos bem, só que agora não saímos vitoriosos.

E de novo em um clássico estadual, não conseguimos superar o inimigo.

O Vasco conseguiu uma magra vantagem ao fim da primeira etapa, depois que uma bobeada da dupla de zaga rival provocou uma penalidade máxima em Alecsandro - Juninho converteu.

Mas a equipe produziu muito pouco. Depois disso, o Almirante viu um Tricolor correndo com uma fome incrível em busca da virada.

Sem Julinho, que contundiu-se logo no primeiro minuto de jogo (torceu o tornozelo), e tendo entrado em campo sem Anderson Martins e sem a opção de Felipe no banco (ambos sentiram contusões), o Gigante entrou sem muitas opções para enfrentar um mordido Flu, que tentava se aproximar do G4.

Sair na frente em um jogo equilibrado e sem ter criado boas chances de abrir o marcador é sempre bom.

Ainda mais quase ao fim da etapa inicial, o que dá margem a que se mude a estratégia para o tempo seguinte.

Mas não foi o que se viu.

Encurralado em seu campo sem contragolpes eficientes, o Vasco ficou à mercê do adversário que empatou antes dos quinze minutos e passou a maior parte do tempo rodeando a área vascaína e dando sustos nos vascaínos.

Antes, o desejo era de se sair vencedor.

Depois, o ponto ganho teve de ser comemorado, mas não a atuação mais uma vez. 












quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Estamos quase no fim do turno do Brasileirão 2011

Times bons deveriam jogar bem.
 
Se não jogam bem (ou só algumas vezes), não são bons times.
 
Ganhar é sempre bom.
 
Mas ganhar jogando bem é muito melhor.
 
Dá mais orgulho.
 
Uma coisa é ganhar Copa jogando bem e vencendo todos (ou quase todos) os jogos (como em 1958 e 1970), tendo pela frente austríacos, soviéticos, franceses, tchecos, ingleses, uruguaios e italianos...
 
Outra coisa é vencer nos penais (Copa 94), (mesmo que seja a mesma Itália), mas enfrentando EUA, um Camarões decadente e uma Rússia bem tosca...
 
Uma coisa é vencer um campeonato com Barbosa, Augusto, Danilo, Ademir ou com Acácio, Mazinho, Bismarck, Bebeto ou com Felipe, Ramón e Juninho (também o Paulista), Edmundo, Evair, Romário e Euller, todos no auge.
 
Outra coisa é ver Éder Luís, Diego Souza, Alecsandro (e a dupla Felipe-Juninho, com todo o respeito que merecem, quase se "arrastando" em campo)...
 
Salve nosso único craque atual Dedé!!!!!
 
Mas ganhar e ser campeão é sempre bom.
 
Mas o nível em geral do nosso futebol (não só o vascaíno) poderia ser melhor...